O universo fashion e o mundo político são dois mundos aparentemente distintos, mas que muitas vezes se entrelaçam de maneiras surpreendentes. A moda sempre foi uma forma de expressão e, ao longo dos anos, tem sido usada para transmitir mensagens políticas e sociais. Por sua vez, a política também influencia a moda, seja através de leis e regulamentações ou pela imagem que os políticos transmitem através de suas roupas e acessórios. Neste artigo, vamos explorar 10 momentos do ano em que o universo fashion causou no mundo político e vice-versa.
1. A moda como forma de protesto
Nos últimos anos, a moda tem sido usada como uma forma de protesto em várias questões políticas e sociais. Em 2018, por exemplo, a designer de moda Maria Grazia Chiuri, da marca Dior, apresentou uma coleção com a frase “We should all be feminists” (Todos nós devemos ser feministas) estampada em camisetas. A frase é inspirada no livro da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie e foi usada como um manifesto feminista na passarela. Além disso, várias marcas também se posicionaram contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, através de suas coleções e campanhas publicitárias.
2. A moda como símbolo político
Algumas peças de roupa também se tornaram símbolos políticos ao longo dos anos. O lenço palestino, por exemplo, usado como um acessório de moda, é um símbolo de resistência e apoio ao povo palestino. A camiseta com a imagem do líder revolucionário Che Guevara também se tornou um símbolo político, representando os ideais de esquerda e luta por justiça social.
3. O poder do vestuário político
Os políticos também usam suas roupas para transmitir mensagens e ideologias. A ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, é conhecida por usar roupas de designers americanos e por apoiar marcas que promovem a sustentabilidade e o comércio justo. Já a atual primeira-dama, Melania Trump, causou polêmica ao usar um casaco com a frase “I really don’t care, do u?” (Eu realmente não me importo, e você?) durante uma visita a um abrigo de crianças imigrantes separadas de seus pais na fronteira dos Estados Unidos. A escolha do casaco foi vista como insensível e desrespeitosa.
4. A moda como forma de inclusão
A moda também tem sido usada como uma forma de promover a inclusão e a diversidade. Em 2018, a marca de lingerie Victoria’s Secret foi criticada por não incluir modelos plus size e transgêneros em seu desfile. Em resposta, a marca Savage x Fenty, da cantora Rihanna, apresentou um desfile com modelos de diferentes tamanhos, etnias e identidades de gênero, promovendo a inclusão e a representatividade na moda.
5. A moda e a política do trabalho escravo
A indústria da moda também tem sido alvo de críticas por causa do uso de trabalho escravo em suas cadeias de produção. Em 2018, a marca de fast fashion H&M foi acusada de usar mão de obra escrava em suas fábricas na Índia. A marca se desculpou e prometeu tomar medidas para garantir que isso não aconteça novamente. O caso levantou discussões sobre a responsabilidade das marcas em garantir condições de trabalho justas em suas cadeias de produção.
6. A moda e a política da sustentabilidade
A sustentabilidade é uma questão cada vez mais importante na indústria da moda. Em 2019, a Semana de Moda de Copenhague se tornou a primeira semana





