Feitos para impressionar, eles são a versão estética do lema trumpista de fazer a América grande novamente.
A estética é uma parte importante da nossa vida. Ela está presente em todos os aspectos, desde a maneira como nos vestimos até a decoração de nossas casas. E quando falamos de estética, não podemos deixar de mencionar a influência que ela tem na sociedade e na política. Um exemplo claro disso é o lema trumpista de “fazer a América grande novamente”, que tem se mostrado não apenas uma frase impactante, mas também um movimento estético que tem ganhado força nos últimos anos.
Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, é conhecido por sua personalidade extravagante e seu estilo de vida luxuoso. E ele não esconde sua admiração pelas coisas grandes e grandiosas. Seja em seus negócios, em sua vida pessoal ou em sua atuação política, Trump sempre busca impressionar e deixar sua marca. E é exatamente isso que o lema “fazer a América grande novamente” representa: a ideia de que os Estados Unidos devem ser o país mais poderoso, próspero e influente do mundo.
No entanto, essa busca pela grandeza não se restringe apenas ao poder econômico e político. Ela também abrange a estética e a imagem do país. E é aqui que entra a versão estética do lema trumpista. Trump acredita que a aparência e a imagem de um país são tão importantes quanto seu poder e influência. E para ele, a América precisa recuperar sua grandeza também em termos estéticos.
Uma das principais formas de mostrar essa estética da grandeza é através da arquitetura. Trump é conhecido por seus empreendimentos imobiliários e seus edifícios luxuosos e imponentes. E ele acredita que a arquitetura é uma forma de arte que pode elevar a imagem de um país. Por isso, não é surpresa que ele tenha proposto a construção de um muro na fronteira com o México, não apenas para reforçar a segurança, mas também para criar uma imagem de força e grandeza.
Além disso, Trump também valoriza a estética em seu governo. Seu gabinete é composto por indivíduos que compartilham sua visão de fazer a América grande novamente, incluindo sua filha e conselheira, Ivanka Trump, conhecida por seu estilo elegante e sofisticado. E não podemos esquecer de mencionar a primeira-dama, Melania Trump, que sempre chama a atenção por sua beleza e elegância.
Mas essa versão estética do lema trumpista também tem suas críticas. Para alguns, ela representa uma ideia superficial e vazia de grandeza, baseada apenas na aparência e no consumo excessivo. Além disso, a busca pelo aumento do poder e da influência pode ser vista como uma atitude arrogante e egocêntrica.
No entanto, independentemente de concordarmos ou não com essa visão, não podemos negar que a estética tem um papel importante na forma como somos vistos pelo mundo e em como nos sentimos sobre nós mesmos. E a versão estética do lema trumpista é uma forma de reforçar a autoestima e o orgulho dos americanos em sua nação.
Em resumo, a estética é uma ferramenta poderosa que pode ser usada para transmitir ideias e valores. E a versão estética do lema trumpista de fazer a América grande novamente é um exemplo disso. Ela representa a busca pela grandeza não apenas em termos políticos e econômicos, mas também em termos estéticos. E enquanto alguns podem criticá-la, para outros, ela é uma fonte de inspiração e motivação para tornar a América um país ainda melhor e mais bonito.





